Por Digivets

Maio 20, 2026

Sanidade é pilar estratégico para sustentabilidade e produtividade da aquicultura brasileira

Destacando a importância de estratégias integradas de saúde animal para o controle de doenças e o fortalecimento sustentável da aquicultura brasileira

De acordo com o Anuário da Piscicultura 2026, divulgado pela Peixe BR, o Brasil produziu 1.011.540 toneladas de peixes de cultivo em 2025, superando pela primeira vez a marca histórica de 1 milhão de toneladas. A tilápia é a espécie mais produzida no país, com 707.495 toneladas, representando aproximadamente 70% da produção nacional e consolidando sua relevância econômica e estratégica para a segurança alimentar e o fortalecimento da cadeia produtiva aquícola.

O crescimento expressivo ocorreu em um cenário de maior intensificação produtiva e profissionalização da cadeia. Ao longo de 2025, o setor enfrentou maior pressão sanitária, com aumento da incidência de enfermidades bacterianas e virais na tilapicultura2. Em sistemas cada vez mais tecnificados e com maior densidade de cultivo, o controle sanitário torna-se ainda mais determinante para garantir maior segurança produtiva, reduzir perdas e sustentar a competitividade do setor no médio e longo prazo. 

“As doenças na tilapicultura, e na aquacultura como um todo, afetam diretamente a produtividade e a estabilidade do negócio. Quando falamos em sanidade, estamos falando de gestão de risco, eficiência produtiva e equilíbrio produtivo da atividade”, afirma Danielle Damasceno, Gerente Técnica e Comercial de Aquacultura da Zoetis Brasil. 

Nesse cenário, a prevenção ganha protagonismo. A adoção de práticas estratégicas e estruturadas, que integram boas práticas de manejo, biosseguridade e vacinação, contribui para reduzir perdas e aumentar a estabilidade produtiva ao longo do ciclo. 

“Produzir com mais cuidados de sanidade significa produzir melhor. A prevenção deve estar no centro da estratégia. A vacinação, quando bem planejada e executada, é um investimento que contribui para estabilidade produtiva e sustentabilidade no longo prazo”, conclui Danielle. 

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